Rio: perseguição interrompe visita de Crivella

O corpo-a-corpo de Marcelo Crivella com eleitores no calçadão do Méier, ontem pela manhã, foi interrompido por uma perseguição policial. O incidente, no cruzamento da rua Dias da Cruz com a rua Ana Barbosa, assustou o senador e sua comitiva. Armados com fuzis e pistolas, policiais do 3º BPM (Méier) cercaram um ônibus da linha 391 (Tiradentes-Padre Miguel) à procura de bandidos que haviam baleado um agente penitenciário em tentativa de assalto.

Amendrontado, Crivella desabafou. “Em plena luz do dia, a gente vê as pessoas assaltando num lugar movimentado, desinibidamente, sem temor. Isso é um absurdo”, reclamou. “Estou andando há quase uma hora e até agora só vi uma cabine da Polícia Militar”, disse. A PM alegou que existe policiamento a pé e motorizado 24 horas por dia na região. Ontem teriam feito uma operação que apreendeu 68 motos.

“Minha mulher já foi assaltada, e uma de minhas filhas sofreu seqüestro-relâmpago. Depois nunca mais conseguiu viver no Rio. Já passou da hora de os governos estadual e municipal se unirem para resolverem juntos este problema”, cobrou o candidato.

O agente penitenciário baleado foi identificado como Levi Renato Faria, 52 anos. Ele foi atingido por um tiro no tórax e outro na mão direita por volta das 14h, durante tentativa de assalto na rua Pernambuco, esquina com a rua Adolfo Bergamini, no Engenho de Dentro.

O Dia

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